quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Lingua-de-vaca




Nome Popular: Lingua-de-vaca,beldroega de folha gorda,caruru
Nome Científico: Talinum paniculatum
Nome Yoruba: Ewé gburé ósun
Orixas: Xangô e Oxum

Beldroega pequena




Nome Popular:Beldroega, Beldroega-pequena,beldroega-verdadeira
Nome Científico: Portulaca oleracea L.,
Nome Yoruba: Ewé omí , pápásan
Orixa: Oxalá

Pimenta-de-macaco



Nome Popular: Pimenta-de-macaco,biríba,pindaíba...
Nome Científico:Xylopia Aromatica
Nome Yoruba: Bejerekum
Orixa: Ossaim

Cipó-chumbo



Nome popular: Cipó-chumbo, cipó-dourado, cuscuta
Nome Científico: Cuscuta racemosa Mart.,
Nome Yoruba: Awó pupá
Orixas: Obaluaiê,Ossaim e Ogum-já

Sumaúma


Nome Popular: Sumaúma, Sumaúma-da-várzea,Rainha-da-floresta,Árvore-da-sede....
Nome Científico: Ceiba Petandra
Nome Yoruba: Àràbà
Orixas: Ogun (algumas casas cultuam Iroko nessa árvore...)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011


Nome popular: Aperta-ruão
Nome Científico: Piper anduncum
Nome Yoruba: Ìyèyé
Orixa: Oxum

São gonçalinho


Nome Popular: São gonçalinho, língua-de-teiú,vassatonga,guaçatonga...
Nome Científico: Casearia sylvestris Sw.
Nome Yoruba: Alékèsì
Orixas:Oxossi

Ewé Oférè


Nome Popular:Cidreúva,Periquiteira,Seríúva
Nome Científico:Trema micrantha
Nome Yoruba: Ewé Oférè
Orixas:Oxalá e Iansã

Makasa


Nome Popular: Bergamotinha, catinga-de-mulata,makassa
Nome Científico: Hyptis mollissa Benth., Lamiaceae
Nome Yoruba: makasa
Orixas: Oxum,Oxalá e Iemanjá

Língua-de-vaca...


Nome Popular: Língua-de-vaca,beldroega-grande,bredo....
Nome Científico: Talinum trangulare (Jacq.)
Nome Yoruba: Ewé Gbúre
Orixás: Xangô,Oxum e Iemanjá

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Caboclo na Cidade



Este aí é o "Seu Sebastião", cabocrão véio , criado no pau de guatambu, retireiro e razadô, puxadô de terço nas festas de Santo Antonio... entre outras honrarias de um herói anônimo, um homem do campo, sábio e magicamente simples como são todos aqueles que falam a língua da mãe terra...
Poucas pessoas conseguem ver a luz que emana do seu ser, talvez porque o mundo tenha mudado tanto que "o outro" tenha deixado de existir, eu penso que na sociedade em que vivemos a pessoa deixou de ser pessoa para ser "coisa" e essa coisa só tem valor se trás junto de si algum valor material, tipo um bom carro,um título,amigos importantes e por aí vai...
Postei a foto dele porque é um homem da terra, que conhece seus ciclos, sabe de que lado a chuva vem, qual a lua boa para plantar,para cortar madeira....para capar um porco...conhece a terra...um saber ancestral que aos poucos está se perdendo...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Justiça Militar condena sargento evangélico por constrangimento a soldado candomblecista
Brasília - O Superior Tribunal Militar (STM) manteve, dia 3 último, por unanimidade, a condenação do sargento do Exército J.R.M a dois meses de prisão pelo crime de constrangimento ilegal, capitulado no artigo 222, parágrafo primeiro, do Código Penal Militar (CPM). O sargento, pastor de uma igreja evangélica, teria apontado uma pistola carregada na cabeça de um soldado, praticante do candomblé, para "testar" a convicção religiosa do subordinado.

Segundo a denúncia do Ministério Público Militar (MPM), em 8 de abril de 2010, no interior da reserva de armamento do 1º Depósito de Suprimento, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o terceiro-sargento J.R.M dirigiu-se, com uma pistola em punho, até a bancada do soldado que fazia a manutenção de fuzis. O graduado municiou e carregou a arma e depois a apontou para a cabeça do soldado. Em seguida mandou a vítima realizar uma contagem, de um a três, indagando se ele teria mesmo o "corpo fechado".

Em depoimento, o réu afirmou que o ofendido é praticante de candomblé, tendo inclusive várias marcas no corpo que indicavam que ele estaria protegido por divindades.

Com a arma apontada, o sargento teria perguntado à vítima se ela tinha certeza daquilo que estava afirmando. O soldado, então, respondeu "sim", sem esboçar qualquer manifestação de temor. Segundo os autos, a munição usada pelo réu era de manejo, utilizada para treinamento, sem potencial ofensivo (sem pólvora ou projétil). Porém, a vítima não tinha conhecimento do detalhe.

Segundo o MPM, o soldado foi constrangido a fazer o que a lei não manda, pois viu-se obrigado a manifestar-se sobre sua convicção religiosa e sob a mira de uma arma, o que "consistiu num verdadeiro teste de fé religiosa".

Ainda segundo a promotoria, os depoimentos das testemunhas confirmam as versões dos fatos. "Todos os elementos do tipo penal estão presentes. O réu, mediante grave ameaça, compeliu o ofendido a colocar em prova a sua fé", afirmou a acusação.

De acordo com a promotoria, a liberdade de consciência e de crença é um dos direitos fundamentais esculpidos na Constituição Federal, ficando evidente ?que a motivação foi a intolerância religiosa?.

O acusado afirmou ter baixado a arma porque percebeu que não tinha procedido corretamente. Afirmou que, posteriormente, chamou a vítima e se retratou com ela dizendo estar arrependido e relatado que a munição era de manejo. O sargento também informou que se retratou perante o padrasto do ofendido e que ele mesmo comunicou o fato ao seu comandante. O réu arguiu, em sua defesa, que trabalha há 22 anos com armamento, tendo perfeito conhecimento das normas de segurança. E como utilizou arma de manejo, considerava que a sua conduta não tinha sido incompatível com as normas de segurança.

O advogado do acusado afirmou que a conduta do réu teve o intuito de admoestar (censurar) e não o de constranger o soldado e requereu a sua absolvição por "não constituir o fato infração penal", com base no artigo 439, alínea b, do Código de Processo Penal Militar (CPPM).

Em seu voto, o relator da apelação, ministro Francisco José da Silva Fernandes, negou provimento ao apelou e manteve íntegra a sentença de primeiro grau. "O fato se reveste da maior gravidade, pois o acusado é graduado, tem mais de vinte anos de serviço e teve uma conduta altamente reprovável", afirmou.

Para o magistrado, o acusado deixou claro o seu inconformismo em razão de sua crença religiosa, dizendo que era inadmissível alguém se considerar com o "corpo fechado" e resolveu testar a fé do ofendido.

Ainda segundo o relator não procede a alegação da defesa de que a confissão espontânea, nesse caso, resulte na atenuação da pena, prevista na alínea d, do inciso 3º, do artigo 72, do Código Penal Militar (CPM). "A minorante só é aplicada quando a autoria do crime é ignorada ou imputada a outro, realidade diversa do caso em concreto".

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Crianças do Ilé Laburé - www.bloglabure.org



...econtrei esse vídeo por acaso no Youtube , muito linda essa casa....emocionante essas crianças no axé....

domingo, 6 de novembro de 2011

Cipó mil homens


Nome popular: Cipó de mil homens, papo de peru
Nome Científico: Aristolochia gigantea
Nome Yorubá: Jokonijé
Orixas: Osayn e Oxum (algumas casas Oxumaré)

Aqui no interior de São Paulo era usada pelos mateiros ou raizeiros contra a picada de cobra e também em garrafadas contra a impotência sexual....talvez daí algumas casas relaciona-la ao orixa Exu...., era costume carregar um punhado dessa erva junto ao corpo antes de entrar na mata pois acreditava-se que era um amuleto contra picada de cobra...

Obs: Esta é apenas umas das plantas conhecidas como mil homens (tenho mais três qualidades que ainda não floriram este ano....) existe uma infinadade de plantas do gênero Aristolochia....


Vassourinha-de-oxum


Nome popular: Vassourinha de Oxum....tapixaba....vassourinha-benta.
Nome Científico: Scorparia dulcis L.
Nome Yorubá: Semin-semin
Orixas: Oxum e Yemanjá

Obs:...ganhei esta folha de Pai Samuel (Sacerdote de Oxum - Salvador - BA)